terça-feira, 28 de dezembro de 2010
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Redação ENEM 2010
Tema: O Trabalho na Construção da Dignidade Humana
A dignidade é um valor complexo, detentor de um caráter pessoal e subjetivo, que ganha força, tamanho, evidência e prestígio na comunicação e relacionamento entre pessoas, dentro ou fora da sociedade. Atualmente, encontrar divergências relacionadas à dignididade é consideravelmente fácil. Muitas pessoas hoje em dia "pesam" o tempo disponível e todo tipo de possibilidades para usufruí-lo bem. As pessoas vão vivendo, criando, inventando e agindo para diferentes finalidades e objetivos. Com isso, desenvolvem-se talentos e se cria a possível necessidade de capacidades alheias, para possíveis vontades, objetivos e realizações pessoais. Entra em questão a valorização do trabalho e dos ofícios.
O mercado de trabalho é uma troca de facilidades e necessidades humanas - que vão além da questão física. Cada ofício geralmente tem seu custo, possivelmente oscilante devido à transição dos mecanismos funcionais da sociedade. Acereca disto, é essencial o diálogo entre todas as camadas perceptiva e cognitivas abrangidas pela esfera interativa e diversificada que caracteriza a funcionalidade do trabalho. Isso nem sempre acontece e muitos conflitos evitáveis vêm à tona.
Todos querem ser vistos com respeito e dignidade, independentemente de quem seja ou da situação em que se encontre. O respeito é a palavra-chave para solucionar a questão da opressão em suas diversas faces, em toda a existência conhecida pelo homem. Levando em consideração a edificação e elevação moral do próximo - com ou sem magnificência - aumenta-se a possibilidade de ser visto com um respeito nú, destituído de medo. Acredito que assim o trabalho pode ajudar na construção da dignidade humana.
A dignidade é um valor complexo, detentor de um caráter pessoal e subjetivo, que ganha força, tamanho, evidência e prestígio na comunicação e relacionamento entre pessoas, dentro ou fora da sociedade. Atualmente, encontrar divergências relacionadas à dignididade é consideravelmente fácil. Muitas pessoas hoje em dia "pesam" o tempo disponível e todo tipo de possibilidades para usufruí-lo bem. As pessoas vão vivendo, criando, inventando e agindo para diferentes finalidades e objetivos. Com isso, desenvolvem-se talentos e se cria a possível necessidade de capacidades alheias, para possíveis vontades, objetivos e realizações pessoais. Entra em questão a valorização do trabalho e dos ofícios.
O mercado de trabalho é uma troca de facilidades e necessidades humanas - que vão além da questão física. Cada ofício geralmente tem seu custo, possivelmente oscilante devido à transição dos mecanismos funcionais da sociedade. Acereca disto, é essencial o diálogo entre todas as camadas perceptiva e cognitivas abrangidas pela esfera interativa e diversificada que caracteriza a funcionalidade do trabalho. Isso nem sempre acontece e muitos conflitos evitáveis vêm à tona.
Todos querem ser vistos com respeito e dignidade, independentemente de quem seja ou da situação em que se encontre. O respeito é a palavra-chave para solucionar a questão da opressão em suas diversas faces, em toda a existência conhecida pelo homem. Levando em consideração a edificação e elevação moral do próximo - com ou sem magnificência - aumenta-se a possibilidade de ser visto com um respeito nú, destituído de medo. Acredito que assim o trabalho pode ajudar na construção da dignidade humana.
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Flash
A solidão sempre foi minha companheira mais leal e inspiradora. Tão ciente de minhas palavras e suas causas, muitas vezes sopradas à ouvidos embriagados. A solidão refletida em meus olhos refletidos no espelho, trazem sem desespero a experiência de um prodígio legado. Vidência para os arautos de si mesmo, conforto para o reis de próprio reinado.
domingo, 23 de maio de 2010
Jus
Aparementemente almas flutuam ao nosso redor.
Pois elas sabem que somos o núcleo de qualquer coisa maior do que o ódio.
Eu vejo esferas de fogo voando sobre cadáveres, iluminando saturno,
colidindo com o amor, pégasus flamejantes reluzentes à aurora.
Fadas e demônios brincando ao amanhecer com crianças sedadas.
Veja!
Correndo por entre as clareiras elas gostam de cansar.
Sangue viscoso de olhos fundos, cabelos negros dançando ao vento.
O frio acariciando a pele, distorcendo sensações e o alerta, soa sublime.
O alerta do sono. Executando em sua primordial era o sinal do silêncio ideal.
Quietos. Nada se move, nada exala, nada cura, nada sucede-se.
Não passam de simulações, não são ao menos milagres.
Os senhores da excelência estão chocados. Eles choram e morrem.
Morrem!
Mal se sabe para onde e até quando irão os sorrisos dispensáveis.
Laços de sangue são as justificativas dos devotos frios a favor da pestilência.
Lábios movendo-se sem rumo, seguindo as expectativas dos donos da exuberância vencida.
Pegadas profundas no solo sagrado indicam a violência dos pensamentos obscuros.
Esguios e sábios são os que circulam por entre os campos escuros de pântanos tristes.
De lama e restos são as mentes de reis jovens e sedentos.
Mãos feridas procuram conforto em rostos macios.
Cegos senhores leprosos e ousados procuram conforto em tronos baratos.
Sombras crescem e ocupam lares seguros.
Dúvidas habitam hades, olhares queimam.
Queimam!
Calor em expansão.
É o fim do começo do sistema de existência criado pela mente humana.
Vendemos fé, compramos desgraça.
Usando egoísmo, distribuindo ódio.
A feira de agressões abre-se.
Morte.
__________________
Pier Riccardo
09/07/2006 - 03:11
(Texto meramente ilustrativo)
Pois elas sabem que somos o núcleo de qualquer coisa maior do que o ódio.
Eu vejo esferas de fogo voando sobre cadáveres, iluminando saturno,
colidindo com o amor, pégasus flamejantes reluzentes à aurora.
Fadas e demônios brincando ao amanhecer com crianças sedadas.
Veja!
Correndo por entre as clareiras elas gostam de cansar.
Sangue viscoso de olhos fundos, cabelos negros dançando ao vento.
O frio acariciando a pele, distorcendo sensações e o alerta, soa sublime.
O alerta do sono. Executando em sua primordial era o sinal do silêncio ideal.
Quietos. Nada se move, nada exala, nada cura, nada sucede-se.
Não passam de simulações, não são ao menos milagres.
Os senhores da excelência estão chocados. Eles choram e morrem.
Morrem!
Mal se sabe para onde e até quando irão os sorrisos dispensáveis.
Laços de sangue são as justificativas dos devotos frios a favor da pestilência.
Lábios movendo-se sem rumo, seguindo as expectativas dos donos da exuberância vencida.
Pegadas profundas no solo sagrado indicam a violência dos pensamentos obscuros.
Esguios e sábios são os que circulam por entre os campos escuros de pântanos tristes.
De lama e restos são as mentes de reis jovens e sedentos.
Mãos feridas procuram conforto em rostos macios.
Cegos senhores leprosos e ousados procuram conforto em tronos baratos.
Sombras crescem e ocupam lares seguros.
Dúvidas habitam hades, olhares queimam.
Queimam!
Calor em expansão.
É o fim do começo do sistema de existência criado pela mente humana.
Vendemos fé, compramos desgraça.
Usando egoísmo, distribuindo ódio.
A feira de agressões abre-se.
Morte.
__________________
Pier Riccardo
09/07/2006 - 03:11
(Texto meramente ilustrativo)
domingo, 25 de abril de 2010
Hoje
Hoje pensei que você faria,
Me surpreenderia com seu paladar.
Hoje ousei sonhar em que um dia,
Você faria algo pra me agradar.
Hoje pensei em estar contente,
Casualmente me desconcertei.
Hoje confundi até o presente,
Consequentemente me resvailei.
Hoje pensei em te reservar,
zelar o amanhã com sorrisos constantes.
Hoje caí de um patamar,
a imaginar sonhos agonizantes.
Hoje tentei em pensar ressentir,
agredir razão em chama reluzente.
Hoje lembrei de temer um porvir,
a esvair talvez beijos ardentes.
Hoje criei mundos paralelos,
singelos contrastes me aprisionaram.
Hoje nem palavras em gestos belos,
Sinceros empasses que me motivaram.
Hoje cantei o silêncio,
ao teu desalento, em torrentes fluí.
Hoje diálogos nasceram extensos,
em tensos olhares me diverti.
Me surpreenderia com seu paladar.
Hoje ousei sonhar em que um dia,
Você faria algo pra me agradar.
Hoje pensei em estar contente,
Casualmente me desconcertei.
Hoje confundi até o presente,
Consequentemente me resvailei.
Hoje pensei em te reservar,
zelar o amanhã com sorrisos constantes.
Hoje caí de um patamar,
a imaginar sonhos agonizantes.
Hoje tentei em pensar ressentir,
agredir razão em chama reluzente.
Hoje lembrei de temer um porvir,
a esvair talvez beijos ardentes.
Hoje criei mundos paralelos,
singelos contrastes me aprisionaram.
Hoje nem palavras em gestos belos,
Sinceros empasses que me motivaram.
Hoje cantei o silêncio,
ao teu desalento, em torrentes fluí.
Hoje diálogos nasceram extensos,
em tensos olhares me diverti.
sexta-feira, 2 de abril de 2010
Blá Blá Blá da Vez
Carpe Diem, Carpe Noctem, Carpe Vitae. Haleluh...
O vento sempre sopra vestígios de velhos sonhos. As vezes eles voam rápido demais para se acompanhar, áté mesmo com os olhos. Já outros pairam tão imóveis que me pego absorto entre eles. Uns brilham mais do que outros, porém todos estendem-se por toda parte, iluminando minha perspectiva e decorando minha consciência.
O vento sempre sopra vestígios de velhos sonhos. As vezes eles voam rápido demais para se acompanhar, áté mesmo com os olhos. Já outros pairam tão imóveis que me pego absorto entre eles. Uns brilham mais do que outros, porém todos estendem-se por toda parte, iluminando minha perspectiva e decorando minha consciência.
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Espasmo Indolor
Meu altruísmo foi seriamente abalado quando me dei conta de que o egoísmo em suas diversas faces reina mascaradamente. Leal é o respeito que acompanha quem vê a vida com compaixão verdadeira. Meros erros só são graves quando se ama julgar e punir. Todo tipo de violência faz com que os covardes disfarcem seu amor ao próximo, contrastando com a indiferença e a ira. Muitas percepções humanas fazem com que a compreensão em si seja pobre ou errada, quando não esquecida. Quando me vejo alvo de um mau exemplo me olho em mais de um espelho, porque o meu pode ser 'mágico' e me distorcer pra mim mesmo sem que eu saiba. Impressões após impressões e a verdade se esconde com o diálogo, enquanto os tolos brincam com os sátiros.
Eu sorrio enquanto posso,
até com os desdenhados.
Gosto mesmo é de sorrir,
com quem sorri bem ao meu lado.
De fato, gosto do meu reflexo,
no olhar sincero e justo,
de quem ama a felicidade,
dispensando qualquer custo.
Eu sorrio enquanto posso,
até com os desdenhados.
Gosto mesmo é de sorrir,
com quem sorri bem ao meu lado.
De fato, gosto do meu reflexo,
no olhar sincero e justo,
de quem ama a felicidade,
dispensando qualquer custo.
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Delírio
Ao tentar poetizar tua existência
Me vem a imponência dos teus raros realces
A meros desfalques me desobedeço
Qualquer desapreço considero falso
Como belos astros que afora iluminam
Por si próprios brilham enquanto divago
À velocidade da tua beleza
Desfragmentando-se ao vento en'stilhaços
Palavras te fogem perfumando o ar
Me calam e sedam me em meu habitat
Erroneamente me vejo atingido
Demasiadamente por ti abalado
Verdadeiramente por ti iludido
Futuramente por ti confortado
Rendido por todo valor que te cabe
Sentido quem sabe eu ache em teu sabor
Sequer estimado jamais antes visto
Meu sonambulismo tardiamente fraco
Me reabilite à realidade
De te desejar tão cedo quão tarde
Em meio a distância a dançar devagar
Pego me obsoleto, deveras de fato
Retido por meus próprios devaneios
Reflito-me à sombra da sublime sina
A dissipar bem toda e qualquer neblina
Te acho e te vejo te abraço e te tenho
Me vem a imponência dos teus raros realces
A meros desfalques me desobedeço
Qualquer desapreço considero falso
Como belos astros que afora iluminam
Por si próprios brilham enquanto divago
À velocidade da tua beleza
Desfragmentando-se ao vento en'stilhaços
Palavras te fogem perfumando o ar
Me calam e sedam me em meu habitat
Erroneamente me vejo atingido
Demasiadamente por ti abalado
Verdadeiramente por ti iludido
Futuramente por ti confortado
Rendido por todo valor que te cabe
Sentido quem sabe eu ache em teu sabor
Sequer estimado jamais antes visto
Meu sonambulismo tardiamente fraco
Me reabilite à realidade
De te desejar tão cedo quão tarde
Em meio a distância a dançar devagar
Pego me obsoleto, deveras de fato
Retido por meus próprios devaneios
Reflito-me à sombra da sublime sina
A dissipar bem toda e qualquer neblina
Te acho e te vejo te abraço e te tenho
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Catarse Refletida
Resolvi fazer este blog pessoal a partir do momento em que começo a escrever um punhado dos meus pensamentos e pontos-de-vista, na intenção de centralizá-los e compartilhá-los.
Ao ponderar sobre o presente e suas respectivas circunstâncias, tento ser sagaz e preciso ao olhar para trás e pra dentro de mim mesmo. Longe de ser um vício aprisionante, considero isso muito útil no alcance dos meus objetivos, na busca dos meus prazeres e na obtenção de confortantes sentimentos: de segurança a coragem, de paz a bravura, de amor a respeito. Trago e levo no peito a vontade de sentir na pele a realidade e vê-la refletir a seu modo, o belo e hospitaleiro onirismo. Enquanto orgulhos, valores e prestígios revezam-se à dança das vaidades, méritos nascem, sujos e opacos ou límpidos e radiantes. Minha estrada sorte pode ser tão rica quanto a de qualquer rei assim como a sua, paralelamente ou não. Apreciar nossas capacidades e reconhecer nossa força é digno de quem acredita na evolução do caráter. Que tudo isso desvie-se para o bem. Se eu pecar, que seja de olhos bem abertos. Quem aprecia a repetição do erro é o tolo que se cega às margens da vida. Que nossos olhos e palavras se cruzem na melhor hora.
Ao ponderar sobre o presente e suas respectivas circunstâncias, tento ser sagaz e preciso ao olhar para trás e pra dentro de mim mesmo. Longe de ser um vício aprisionante, considero isso muito útil no alcance dos meus objetivos, na busca dos meus prazeres e na obtenção de confortantes sentimentos: de segurança a coragem, de paz a bravura, de amor a respeito. Trago e levo no peito a vontade de sentir na pele a realidade e vê-la refletir a seu modo, o belo e hospitaleiro onirismo. Enquanto orgulhos, valores e prestígios revezam-se à dança das vaidades, méritos nascem, sujos e opacos ou límpidos e radiantes. Minha estrada sorte pode ser tão rica quanto a de qualquer rei assim como a sua, paralelamente ou não. Apreciar nossas capacidades e reconhecer nossa força é digno de quem acredita na evolução do caráter. Que tudo isso desvie-se para o bem. Se eu pecar, que seja de olhos bem abertos. Quem aprecia a repetição do erro é o tolo que se cega às margens da vida. Que nossos olhos e palavras se cruzem na melhor hora.
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