Lei Seca. Um substantivo carregando um adjetivo que tem sido alvos de grandes polêmicas desde a década de 1920, quando foi abolida a venda legal de bebidas alcoólicas nos EUA. Muitos anos já se passaram e o Brasil é uma outra nação, que tenta desenvolver com autonomia independente os códigos e leis mais adequados para que a sociedade possa usufruir de sua liberdade com respeito e segurança.
A Lei Seca, definida no ano de 2008, parece ter vindo para ficar. Vítima de críticas por parte daqueles que desconsideram os risco da direção automobilística associada ao álcool e elogiada por muitos cidadãos conservadores ou apenas crentes na eficácia desta inibição ao consumo do álcool antes de dirigir, a Lei Seca tem mostrado sua relevância. Diversos dados estatísticos como a redução de vítimas fatais e atendimentos em prontos-socorros apontam índices bastante consideráveis e colocam em evidência as consequências do consumo de bebidas alcoólicas aliadas à direção.
Conforme os direitos humanos, a Lei Seca traz mais uma postura por parte do Estado para confirmar o exercício da preservação da própria ordem funcional - através do trânsito - e de inúmeras vidas que tem certa segurança elevada com esta ação. Uma nação séria deve tomar atitudes em seu poder que façam jus à seu próprio mérito, valor e respeitabilidade. Agradando ou não qualquer cidadão que seja, a eficácia e estreitabilidade da Lei Seca irá perdurar enquanto estiver em voga no Brasil e continuará fazendo a diferença salvando vidas que são tiradas por acidentes influenciados pela embriaguez e inconsequências advindas da negligência ao se beber e dirigir.
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