domingo, 15 de maio de 2011

Poema simples de um tolo iludido

Tua imagem derrota o oblíquo.
Teus olhos ofuscam andrômeda.
Teus lábios convergem iníquos,
Tuas palavras inertes e idôneas.

Tua voz absoluta e fugaz
Me adverte e me seda.
Tão suave e exata,
tão sublime e asceta.

Teu sorriso é uma constelação.
Talvez incompreensível.
Consequentemente hipnótico.
Pois é quando seu brilho atinge meus olhos,
que eu percebo tua perfeição.

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